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Quando a vida vence o terror: Rav Sany abençoa lideranças na Alesp em defesa de Israel e dos direitos humanos

Rav Sany Sonnenreich realiza bênção na Assembleia Legislativa de São Paulo durante solenidade em defesa de Israel e dos direitos humanos.

A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo realizou solenidade especial em homenagem ao retorno de reféns sequestrados no atentado terrorista de 7 de outubro. A abertura oficial do evento foi conduzida por Rav Sany Sonnenreich, Presidente do Instituto Rav Sany de Comunicação e Cultura Judaica e do Grupo Sonnen, convidado para proferir a bênção inicial da cerimônia, organizada pelos deputados Danilo Campetti e Gil Diniz.

Em sua fala de abertura, Rav Sany contextualizou o momento à luz de Tu Bishvat, o Ano Novo das Árvores no calendário judaico — símbolo de enraizamento, renovação e continuidade da vida. Segundo ele, mesmo após os invernos mais longos e escuros, “a seiva da vida continua correndo, silenciosa, insistente e fiel”. Na sequência, foi entoada a bênção Shehecheyanu, tradicionalmente recitada em momentos históricos, como expressão de gratidão por estar vivo para testemunhar aquele tempo.

Durante a solenidade, Rav Sany abençoou publicamente os deputados organizadores Danilo Campetti e Gil Diniz, bem como Oseias de Madureira e Ghuto Zacarias, destacando a coragem e a missão sagrada de defender, naquela Casa, os direitos humanos, a liberdade e a independência do Estado de Israel. O rabino ressaltou que a defesa desses princípios transcende ideologias e representa um compromisso moral com a vida e a dignidade humana.

Ao abordar o significado do retorno dos reféns, Rav Sany foi enfático: “Não celebramos por vingança, nem por ódio. Celebramos porque a vida venceu”. Para ele, cada refém que retorna simboliza a vitória da dignidade humana sobre a barbárie.

Um dos momentos mais emocionantes da abertura foi o relato pessoal do rabino sobre uma conversa com a mãe de um refém, em ocasião anterior. Questionada sobre como conseguia sorrir sem saber o destino do filho sequestrado, ela respondeu: “Eu não sei se meu filho está vivo. Mas eu sei que, se eu desistir da vida, eu o perco duas vezes.” A frase foi destacada como síntese da força de um povo que transforma dor em responsabilidade, medo em consciência e silêncio em posicionamento.

Ao final, Rav Sany reforçou a mensagem central deixada à Casa e à sociedade:

“Essa solenidade reforça a mensagem de que precisamos, sim, nos enraizar em nossos valores, mas jamais desrespeitar o que é sagrado para o próximo.”

A abertura foi encerrada com a leitura coletiva do Salmo 121 (Shir LaMa’alot), com todos os presentes de pé, reafirmando a escolha pela vida, pela luz e pela coragem de não se calar diante do mal.

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