Search
Close this search box.
Search
Close this search box.

Hubs de saúde integrada em BH combatem a fragmentação do cuidado feminino

Dra. Maria Luiza Cavalieri

Com 20% da população de BH acima dos 60 anos, a Clínica Cavalieri investe em um modelo de “hub integrado” para gerenciar a longevidade feminina e reduzir a fragmentação do cuidado médico

O setor de saúde em Belo Horizonte, seja ele público ou privado registra uma mudança no perfil de atendimento: o foco deixa de ser apenas o tratamento de doenças e passa a ser o acompanhamento preventivo da longevidade. O movimento é impulsionado por uma transformação demográfica real.

Dados do Censo 2022 indicam que idosos com mais de 60 anos representam quase 20% da população da capital mineira, totalizando cerca de 460 mil pessoas. Esse cenário demonstra uma mudança, com a redução proporcional dos mais jovens e o aumento da expectativa de vida.

Um modelo de negócio na Grande BH que tem se atentado a esse movimento é a Clínica Cavalieri, com consultórios instalados no Vila da Serra, em Nova Lima. O empreendimento se destaca ao adotar o modelo de hub de saúde integrada, que foca na saúde e no bem-estar da mulher para um estilo de vida com mais qualidade. A proposta é combater a fragmentação do cuidado, onde a paciente muitas vezes busca diversos especialistas sem que haja uma conexão entre os diagnósticos.

Para a cirurgiã vascular, dra Maria Luiza Cavalieri, especialista em Medicina do Estilo de Vida e CEO da Clínica Cavalieri, a falta de integração é o maior entrave para a saúde feminina atual.

“Hoje, o maior gargalo para a qualidade de vida da mulher é a fragmentação médica. A paciente consulta vários especialistas de forma isolada, sem um diálogo entre os profissionais. Isso gera ineficiência e um desgaste desnecessário”, explica a médica.

Dra. Maria Luiza Cavalieri

A tendência que se consolida é a operação sob protocolos únicos, onde especialidades como ginecologia, vascular e medicina do estilo de vida atuam juntas. É a aplicação da medicina baseada em valor, onde o bem-estar é tratado como um ativo de produtividade para a mulher 50+.

“A saúde precisa ser vista como um investimento. Quando gerenciamos a longevidade de forma integrada, o bem-estar reflete diretamente na performance da mulher em todas as áreas da vida. O hub de saúde garante que esse cuidado seja sistêmico e eficiente”, conclui a Dra. Maria Luiza.

Leia Também

Hezbollah usará
Néfi Rabelo Alcântara Pinheiro
Classificação Tributária IBS e CBS: novas regras e impactos
OpenAI planeja dobrar equipe e acelerar corrida por liderança em IA
Governo vai liberar uso de FGTS em programa para brasileiros endividados, diz Durigan
Animal Play

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *