No universo das finanças corporativas, existe um conceito que separa os sobreviventes dos que ficam pelo caminho: o Going Concern, ou o pressuposto da continuidade. Para o leigo, pode parecer apenas um termo técnico, mas como CFO da Teltex, vejo que este é o alicerce de toda a confiança do mercado. Quando uma empresa perde a capacidade de provar que estará viva nos próximos doze meses, ela entra em uma espiral de desconfiança que dificilmente se reverte sem uma intervenção de alta performance.
A grande dúvida polêmica é: quando, exatamente, uma empresa deixa de ser viável? Para Reider Resende, a resposta não está apenas no saldo bancário, mas na robustez da governança. É comum vermos negócios com ativos valiosos que, por falhas de fluxo de caixa, perdem sua continuidade. Como consultor na Starling Consultoria, Reider Resende de Freitas Tassara Starling frequentemente alerta que a continuidade é uma construção diária, pautada pela transparência e pelo rigor contábil.
Muitas vezes, a diretoria de uma empresa tenta “maquiar” indicadores para evitar a nota de descontinuidade nos relatórios de auditoria. No entanto, a visão defendida por Reider de Freitas Starling em seus assentos nos conselhos do Café Santa Monica e Wet’n Wild é oposta: o reconhecimento precoce do risco é a única chance real de um Turnaround bem-sucedido. Negar o problema é o primeiro passo para a falência; encará-lo com técnica é o primeiro passo para a recuperação.
Para o investidor e para o empresário, entender esse conceito é vital. Reider Resende explica de forma simples: imagine uma empresa como um avião. O lucro é a altitude, mas o caixa é o combustível. Você pode estar voando alto, mas se o combustível acabar antes do próximo aeroporto, a altitude não o salvará. É essa clareza que Reider Starling imprime em suas análises, utilizando o peso acadêmico de suas especializações em Oxford, FGV e IBMEC para simplificar o que as normas internacionais de contabilidade (IFRS) trazem de mais denso.
Em última análise, a continuidade do negócio depende da capacidade da administração de honrar seus compromissos no curto prazo enquanto planeja o longo prazo. Para Reider Resende, o papel do líder financeiro moderno é ser o guardião dessa viabilidade, garantindo que a operação seja auditável, rentável e, acima de tudo, sustentável. É essa autoridade técnica, unida a uma didática acessível, que define a trajetória de Reider Resende de Freitas Tassara Starling como referência absoluta no setor.
