Search
Close this search box.
Search
Close this search box.

“Apenas um tapa nas costas”: irmã de jovem acusada de agredir bebê detalha confusão em mêsversário em Maceió

Ministros avaliam que Fux expôs colegas a ataques e sanções

Imagem ilustrativa gerada por IA

O julgamento da jovem acusada de agredir o próprio filho de 10 meses durante a comemoração do mesversário da criança, ocorrido em agosto de 2022 no bairro Ponta da Terra, teve, nesta quinta-feira, 8, como ponto central o depoimento da irmã da ré. Única testemunha presencial no cômodo onde o incidente começou, ela deu detalhes…

O julgamento da jovem acusada de agredir o próprio filho de 10 meses durante a comemoração do mesversário da criança, ocorrido em agosto de 2022 no bairro Ponta da Terra, teve, nesta quinta-feira, 8, como ponto central o depoimento da irmã da ré. Única testemunha presencial no cômodo onde o incidente começou, ela deu detalhes sobre a dinâmica dos fatos apresentados ao júri no Fórum do Barro Duro.

Segundo o relato da irmã, a ré, que tinha 19 anos na época do ocorrido, havia discutido com o namorado e chegado ao local visivelmente alterada devido ao consumo misturado de medicamentos controlados e drogas. A confusão teve início no momento em que a mãe tentava posicionar o bebê para tirar fotos ao lado do bolo.

“Ele estava meio sonolento por conta da viagem e ela ficou estressada por ele não ter ficado do jeito que ela queria para pousar para a foto. Ela acabou dando um tapa nas costas dele, que fez com que ele caísse de frente com a cara no bolo“, relatou a testemunha em entrevista à TVPajuçara.

A irmã afirmou ter intervindo imediatamente ao presenciar a cena, empurrando a ré, retirando a criança do local e chamando a mãe das duas para conter a situação. Ela negou categoricamente ter visto a jovem chutar ou tentar pisotear o filho, versão que havia circulado inicialmente.

ACOMPANHE O ALAGOAS 24 HORAS NO INSTAGRAM

Além da irmã, o plenário ouviu a mãe da jovem, um policial militar e um servidor do Juizado da Infância e da Juventude. O servidor confirmou que o material vermelho visto no corpo do bebê era corante alimentício da cobertura do bolo, e não sangue de ferimentos, como a população local havia presumido.

Com base no depoimento da testemunha chave e nas demais oitivas, o Ministério Público avalia se manterá a acusação por tentativa de homicídio ou se reclassificará o caso para o crime de lesão corporal. O bebê segue sob os cuidados e a guarda da avó materna. O júri não havia acabado até o momento da publicação desta matéria.



Alagoas 24h

Leia Também

Brasileiro chega a 19 técnicos demitidos
Entenda como funciona e quem são os favoritos para ganhar o Nobel da Paz
Impactos na Construção Civil e IBS/CBS
WhatsApp libera nomes de usuário e muda troca de contatos; entenda
Wendel Palhares incentiva pesquisas de integridade da informação em Alagoas » Alagoas Notícia Boa
Freepik

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *