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EFD-Reinf ainda é um desafio nas companhias

EFD-Reinf ainda é um desafio nas companhias

Sete anos após o início da implementação da EFD-Reinf, a obrigação acessória continua sendo um desafio para grande parte das companhias brasileiras. Um levantamento da NTT DATA, realizado com 215 colaboradores administrativos de empresas de diferentes setores, revela que 46,51% das organizações ainda enfrentam dificuldades para entender como coletar e organizar os dados exigidos pela escrituração.

A EFD-Reinf integra o SPED e tem como finalidade substituir diversas declarações acessórias, concentrando informações de retenções e contribuindo para a conformidade fiscal. Mesmo assim, o entendimento sobre sua operacionalização ainda está distante do ideal. Entre os entrevistados que afirmam compreender o processo (53,49%), muitos relatam insegurança principalmente nos ajustes necessários ao longo do ano, considerados um dos pontos mais complexos da rotina.

Capacitação limitada e processos manuais ampliam risco de autuações

De acordo com o Product Manager do GUEPARDO Tax (NTT DATA), Juarez Mata, parte das inconsistências decorre da falta de treinamento técnico e do baixo investimento em soluções tecnológicas adequadas.

“A falta de conhecimento técnico e o baixo investimento em capacitação e tecnologia têm levado a erros no envio das informações e, consequentemente, a riscos de autuações e penalidades”, afirma Mata.

A pesquisa também mostra que 25% dos profissionais ainda estão em fase de aprendizado sobre o EFD-Reinf, enquanto 40% afirmam não saber como conciliar dados e sincronizar as informações de diferentes áreas da empresa, uma etapa essencial para evitar divergências fiscais.

A complexidade não se restringe à EFD-Reinf. Entre os entrevistados, 10% relatam dificuldades relacionadas à EFD, ao eSocial e à DCTFWeb, citando inconsistências geradas por dados divergentes entre os sistemas. Mata reforça que cada obrigação tem um escopo específico e depende da correta alimentação das etapas anteriores.

Além disso, 5% das empresas demonstram preocupação com o fato de o EFD-Reinf envolver não apenas o setor fiscal, mas também áreas como RH e contabilidade, ampliando a necessidade de integração interna e fluxo contínuo de informações.

Modernização e capacitação são caminhos para reduzir erros

Para reverter o cenário, especialistas apontam que as empresas precisam avançar em automação, treinamentos contínuos e revisão de processos. O EFD-Reinf passa por atualizações frequentes, com novos eventos, mudanças de layout e revisões de prazo, exigindo um esforço permanente de atualização das equipes.

Além de evitar autuações, o envio correto da EFD-Reinf representa um movimento essencial para fortalecer a governança tributária e elevar o nível de maturidade digital das organizações, fatores cada vez mais determinantes na competitividade do ambiente corporativo.

Com informações Release NTT Data



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