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Mais de 11 milhões de jovens sem estudo e trabalho: Enjoy conecta juventude ao primeiro emprego com educação técnica e bilíngue

ENjoy

Educação técnica e bilíngue como ponte entre juventude e mercado de trabalho

O Estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revela que o Brasil deixou de movimentar aproximadamente quatrocentos e sessenta e três bilhões de reais em dois mil e vinte e três devido à ausência de participação da juventude no mercado de trabalho e na educação. Esse grupo, conhecido como população “Nem-Nem” — ou seja, jovens que não estudam e não trabalham — já ultrapassa a marca de onze milhões de pessoas, segundo dados do IBGE.

A maior parte desses jovens está na faixa etária entre dezoito e vinte e nove anos, justamente no auge de sua capacidade produtiva. A falta de oportunidades, somada à ausência de qualificação técnica e comportamental, cria um ciclo vicioso de exclusão: sem experiência, não conseguem emprego; sem emprego, não adquirem experiência.

Os impactos sociais da geração “Nem-Nem”

A existência de uma parcela tão significativa de jovens fora da escola e do mercado de trabalho impacta diretamente o desenvolvimento do país. Esse impacto se dá tanto no aspecto econômico quanto no social. Entre as principais consequências estão o aumento da criminalidade e da vulnerabilidade a atividades ilegais, o crescimento da desigualdade social, o sobrecarregamento das políticas públicas, como saúde, segurança e assistência social, além da redução da produtividade nacional e da perda de talentos e do potencial humano.

Além disso, essa desconexão com o mundo produtivo muitas vezes leva a um sentimento coletivo de frustração, ansiedade e depressão, comprometendo a saúde mental de uma geração inteira e, por consequência, seu futuro e sua capacidade de contribuir com a sociedade.

Os impactos sociais da geração

Impacto direto na empregabilidade juvenil

A ausência de preparo técnico e comportamental tem sido uma das principais barreiras entre os jovens e o mercado de trabalho. Ao mesmo tempo em que milhares de vagas estão abertas nas empresas, faltam profissionais minimamente capacitados para ocupá-las. A juventude brasileira, sem vivência profissional e formação adequada, encontra portas fechadas até mesmo para cargos básicos.

Nesse cenário, a atuação de instituições como a Enjoy faz toda a diferença. Ao oferecer um curso completo que une qualificação técnica, desenvolvimento de competências socioemocionais e fluência em inglês, a escola constrói pontes sólidas entre jovens e empregadores. O resultado é a elevação direta do índice de empregabilidade entre os alunos, com um índice crescente de contratações e inserções no mercado em diferentes formatos: estágios, CLT, jovem aprendiz, entre outros.

Além disso, a presença de profissionais de RH dentro das unidades permite um acompanhamento individualizado, aumentando significativamente as chances de contratação e a permanência dos jovens nos cargos ocupados.

Enjoy: capacitação e impacto real na vida dos jovens

Com mais de dezoito anos de história e presente nos vinte e sete estados do Brasil, a Enjoy Inglês Profissionalizante conta atualmente com mais de vinte mil alunos ativos. Seu trabalho é voltado justamente para preencher a lacuna entre juventude e empregabilidade, oferecendo uma formação completa e acessível, com foco no primeiro emprego.

O curso da Enjoy tem duração de dois anos e combina ensino bilíngue com qualificação técnica e desenvolvimento comportamental. Os alunos aprendem inglês por meio de música, teatro e realidade aumentada, utilizando um modelo inspirado no sistema norte-americano de ensino. Paralelamente, recebem formação tecnológica em áreas de grande demanda, como programação, web design, games, edição de conteúdo digital e gestão de negócios.

O primeiro ano do curso é voltado à definição da trilha profissional do aluno. Nesse período, além do aprendizado de inglês, o estudante realiza testes vocacionais e comportamentais para identificar afinidades e talentos. Todas as unidades contam com uma profissional de recursos humanos responsável por orientar os alunos, preparar currículos, treiná-los para entrevistas e encaminhá-los ao mercado de trabalho.

Após serem direcionados às vagas — que vão desde estágios e contratos temporários até posições em carteira assinada e programas de aprendizagem — os alunos ainda recebem acompanhamento no período pós-colocação, com retorno contínuo das empresas sobre os resultados e desempenho dos jovens contratados.

Resultados que inspiram

Desde sua fundação, a Enjoy já encaminhou mais de quinhentos mil jovens ao mercado de trabalho. Apenas no ano de dois mil e vinte e quatro, vinte e um mil e trinta alunos foram orientados para oportunidades de emprego, sendo que quatro mil e oitenta foram efetivamente contratados em diferentes modalidades.

A meta para dois mil e vinte e cinco é ambiciosa: dobrar esse número e alcançar, no mínimo, cinquenta mil jovens encaminhados ao mercado, sendo dez mil deles empregados em definitivo, segundo afirma Denis Alexandre Sá, fundador da Enjoy.

Denis destaca ainda que, em muitas unidades, há mais vagas do que alunos disponíveis. Em alguns casos, chegam a encaminhar até jovens que ainda não se matricularam, tamanha é a demanda das empresas por mão de obra capacitada.

Educação com inclusão e cidadania

O trabalho da Enjoy vai além da inserção no mercado. Em várias cidades do país, especialmente nas regiões Sudeste, Norte e Nordeste, a instituição oferece cursos gratuitos em parceria com as prefeituras. É o caso das unidades em Guarulhos – SP, Macapá, Palmas e, mais recentemente, em outros espaços comunitários cedidos pelas administrações municipais.

A empresa também promove formações gratuitas voltadas a pessoas com deficiência física ou mental, crianças em situação de vulnerabilidade social e grupos excluídos digitalmente, como jovens sem acesso ao ensino formal. Um diferencial emocionante da metodologia é que, todas as sextas-feiras, os próprios alunos atuam como professores voluntários, oferecendo aulas gratuitas a essas comunidades.

Negócio com causa social

Para Denis Sá, o compromisso da Enjoy vai além da responsabilidade empresarial. Ele acredita que há uma diferença importante entre ter um propósito e assumir uma causa social. Propósito, segundo ele, é o desejo de ajudar, muitas vezes desvinculado da atividade profissional. Já a causa social se estabelece quando o próprio negócio se transforma em um instrumento de transformação social. A empresa é lucrativa, sim, mas está comprometida com o impacto coletivo.

Denis Sá

A missão é clara: só cresceremos se ajudarmos pessoas a crescerem. Afinal, pessoas melhores geram resultados melhores.

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