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Irmã de adolescente vítima de suposto estupro coletivo denuncia negligência da escola

Irmã de adolescente vítima de suposto estupro coletivo denuncia negligência da escola

Caso aconteceu dentro de uma escola estadual em Alcântara (MA) — Foto: Reprodução/TV Mirante

A irmã da adolescente de 17 anos que foi vítima de um ato análogo à estupro coletivo em um escola estadual em Alcântara, a 30 km de São Luís, denuncia a instituição de negligência em relação ao crime. A Polícia Civil do Maranhão investiga o caso. ⚠️ O ato análogo à estupro coletivo é uma conduta praticada por um ou…

A irmã da adolescente de 17 anos que foi vítima de um ato análogo à estupro coletivo em um escola estadual em Alcântara, a 30 km de São Luís, denuncia a instituição de negligência em relação ao crime. A Polícia Civil do Maranhão investiga o caso.

⚠️ O ato análogo à estupro coletivo é uma conduta praticada por um ou mais adolescentes (menores de 18 anos) que, se cometida por um adulto, seria classificada como crime de estupro coletivo, conforme o Código Penal Brasileiro.

A mulher, que preferiu não ser identificada, alega negligência por parte da direção do Centro Educa Mais Aquiles Batista Vieira, onde o caso foi registrado.

“Creio que, se dependesse da diretoria, a gente não teria descoberto. Nem por ela também, pela minha irmã, porque ela conta que foi ameaçada… Eu nunca imaginei que isso fosse acontecer. Minha irmã é menor de idade e tem problemas”, diz a mulher.

 

Os quatro adolescentes suspeitos de participar do crime e os gestores da escola ainda não foram ouvidos. Segundo a Polícia Civil, as intimações devem começar a partir do dia 22 de abril, devido o feriado de Tiradentes.

O crime aconteceu na segunda-feira (13), mas a polícia só tomou conhecimento na sexta-feira (17), quatro dias após o crime. Segundo a Delegacia de Polícia de Alcântara, a escola não comunicou sobre o caso e nem acionou o Conselho Tutelar.

Vítima relata foi ameaçada pelos adolescentes

 

Caso aconteceu dentro de uma escola estadual em Alcântara (MA) — Foto: Reprodução/TV MiranteCaso aconteceu dentro de uma escola estadual em Alcântara (MA) — Foto: Reprodução/TV Mirante

Caso aconteceu dentro de uma escola estadual em Alcântara (MA) — Foto: Reprodução/TV Mirante

Um boletim de ocorrência foi registrado pela vítima. De acordo com a adolescente, ela foi abordada nas dependências da escola por quatro colegas e, um deles, a ofereceu R$ 100 para que ela tivesse relações sexuais com outro estudante.

Ainda segundo a vítima, ao recusar a proposta, um dos estudantes ameaçou a adolescente de fazer uma denúncia ao diretor da escola sobre ela estar usando celular na escola, o que é proibido na unidade escolar.

Segundo a estudante, ela foi levada para uma sala da escola e um dos adolescentes teria praticado o estupro. Um outro adolescente filmou toda a ação com o próprio celular e os outros dois ficaram segurando a porta, do lado de fora da sala. As imagens do estupro foram compartilhadas em grupos de mensagens instantâneas.

Polícia investiga o caso

 

Vídeo do estupro foi compartilhado em um aplicativo de mensagens instantâneas — Foto: Reprodução/TV MiranteVídeo do estupro foi compartilhado em um aplicativo de mensagens instantâneas — Foto: Reprodução/TV Mirante

Vídeo do estupro foi compartilhado em um aplicativo de mensagens instantâneas — Foto: Reprodução/TV Mirante

De acordo com a delegada Samira Fontes, a polícia aguarda os exames de corpo de delito feitos pela adolescente que serão usados como provas para entender a participação de cada um dos suspeitos no crime.

“Conforme os fatos iniciais, esse caso envolve quatro adolescentes que já foram identificados. Agora, as apurações seguem aguardando os resultados dos exames, a oitiva dos gestores da escola e, também, dos adolescentes que supostamente estão envolvidos nesse fato, para averiguar qual a participação de cada um”, disse Samira Fontes, delegada.

O Conselho Tutelar de Alcântara informou que a vítima está recebendo acompanhamento das equipes com suporte psicossocial, conforme previsto na legislação vigente. O caso também está sendo investigado pelo Ministério Público do Maranhão (MP-MA).

Em nota, a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) informou que está empenhando todos os esforços para apurar a denúncia e que foram realizadas escutas de familiares e estudantes para a apuração dos fatos.



Alagoas 24h

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