Imagens de de câmeras de segurança de um hospital captaram o momento em que uma equipe de cirurgiões foi surpreendida por um terremoto durante uma cirurgia, com um paciente anestesiado na maca.
O incidente aconteceu durante um terremoto de 7.1 na escala de Ritcher, no Japão, em julho.
Nas imagens, pode se ver a sala de cirurgia tremendo de forma violenta e os médicos tentando sr equilibrar. Os objetos da sala são vistos andando de um lado para o outro ou caindo no chão, ao mesmo tempo que a equipe médica tenta se manter em pé ou sair do local.
Dois profissionais de saúde, contudo, são vistos agarrando o corpo do paciente que se encontra na maca e se mantendo firmes a seu lado.
Segundo o Daily Mail, os médicos se preparavam para realizar uma cirurgia abdominal ao paciente, quando o abalo sísmico começou. Esta seria apenas uma das quatro operações que estariam decorrendo naquele momento. Assista ao vídeo a seguir:
WATCH: Surgeons were caught in the July 28 Kumamoto earthquake during an operation, with one doctor securing the emergency exit while the rest of the surgical team shielded the patient throughout the quake.pic.twitter.com/6iGsjWqxjB
— Clash Report (@clashreport) August 6, 2026
Os meios de comunicação do Japão referem que a cirurgia teve de ser brevemente interrompida, mas que retomou a sua normalidade momentos depois, tendo sido concluída com sucesso.
O funcionamento do hospital retomou a sua normalidade dias depois, no dia 5 de agosto.
O sudeste do Japão foi abalado, no final de julho, por um terremoto de 7,1 que fez mais de 30 vítimas mortais.
O abalo sísmico no sudoeste do Japão atingiu o nível máximo na escala japonesa de 7 níveis, focada em medir a agitação à superfície e o potencial destrutivo, causando ainda elevados danos materiais.
Nos dias após o sismo, aumentaram as preocupações com doenças, agravadas pelo calor sufocante. As temperaturas em Kumamoto estavam previstas para subir hoje aos 36ºC, depois dos 35ºC registados na quinta-feira (6), de acordo com a Agência Meteorológica do Japão.
O Japão se situa no chamado Anel de Fogo, uma das zonas sísmicas mais ativas do mundo, e sofre terremotos com relativa frequência, pelo que as suas infraestruturas estão especialmente concebidas para suportar os abalos.
